02/09/2015

Reboot - Amy Tintera Vol. 1 | Resenha

Reboot - Vol. 1

Amy Tintera
Galera Record

Há 5 anos, ela morreu. 178 minutos depois, acordou.

Quando grande parte da população do Texas foi dizimada por um vírus, os seres humanos começaram a retornar da morte. Os Reboots eram mais fortes, mais rápidos e quase invencíveis. Quanto mais tempo uma pessoa permanecia morta, menos traços de humanidade ela apresentava ao retornar como um Reboot. E esse foi o destino de Wren Connolly, agora conhecida como 178, a Reboot mais implacável da CRAH (Corporação de Repovoamento e Avanço Humano). Como a mais forte, sua principal função é capturar Reboots e humanos rebeldes que representam ameaças à população, além do treinamento de novos Reboots.
Quando a nova leva de novatos chega à CRAH, um simples 22 chama a atenção de Wren. E a convivência com ele faz com que 178 comece a questionar a própria vida e o rigoroso método da corporação à qual tanto se dedicou. Quando a Reboot mais implacável começa a questionar suas convicções, a realidade dos reinicializados começa a mudar.



Eu admito que quando eu comecei esse livro, que até então eu não sabia que era uma distopia, eu logo de inicio pensei "lá vem os triângulos amorosos em meio ao caos", e ai logo de cara eu levei um trapa na cara porque, apensar do cenário clássico de desordem e ruínas, temos a ausência do triangulo amoroso e mais impressionante ainda, não temos uma heroína com problemas psicológicos por traumas do passado nem nada de relutante em meio as circunstancias, temos uma garota que não é mais que uma casca com emoções diminutas e completamente a vontade em sua situação atual.

Os Reboots, nada mais são que crianças e jovens até os 18 anos, que morreram, mas graças a uma nova tecnologia desenvolvida pela CRAH (Corporação de Reaproveitamento e Avanço Humano) são trazidas de volta dos mortos e partir dai trinadas para serem as armas perfeitas e serem o braço direito da cooperação em suas missões no terreno hostil e altamente perigoso que se encontra a cidade do Texas agora, e apos serem trazidas de volta a vida, as crianças recebem uma numeração de acordo com o tempo que levaram para acordarem, sendo que são assim dividas entre -60 a numeração mais baixa e mais proxio do que seria um humano normal, os 90, que já são mais letais e finalmente os +120 que são os de numeração mais alta e os mais temidos, já que neste estagio, as emoções e eles são armas letais de todas as maneiras.


"Mas, aos 12 anos, quando acordei na Sala dos Mortos do hospital, 178 minutos depois de levar tres tiros no peito, eu gritei."

Wren Connolly, a 178 é conhecia e temida por todos a sua volta, por ser a reboot perfeita. Ela é a caçadora mais letal em combate e nunca perdeu uma unica vez quando recebe qualquer missão, seja capturar humanos outros reboots. Sua fama vem principalmente pela sua numeração. Isso porque nunca antes um reboot teve um numero tão alto quando reanimado.
Com mais do que algumas doses de sentimentos, ela é ainda mais letal, já que as emoções dela desapareceram junto com sua vida humana e ela esta bem com isso, e para o tipo de missão que ela recebe, culpa e tristeza é inadequado e indesejado.

Eu gostei bastante de como a Wren foi trabalhada, porque de inicio, ela realmente é uma criatura desprovida de emoção, e isso é perceptível porque apensar de todos terem nomes, ela os trata apenas pelas numerações, e apesar do convivo com outros iguais a ela, ela não se envolve em nada com nenhum deles. Ela também não esta nem ai para o que acontece fora da CRAH  e nem com o que eles fazem com os capturados em missões. Mas tudo isso muda quando, durante a escolha dos novos recrutas, ela acaba conhecendo o 22.

Callum Reyes, o 22 é o completo oposto de 178, e sua numeração baixa faz dele o mais humano entre todos ali, já que ele é o primeiro em anos de numeração menor que 30.
Por algum motivo, Wren escolhe Callum para poder treina-lo e acaba se apegando a ele e pouco a pouco, o convivo entre eles trás de volta algumas percepções mais humanas e em pouco tempo as coisas mudam completamente para dos dois, já que como Callum não esta respondendo bem ao treinamento e desafiando as ordem em campo, mais um erro dele e ele era morto, e eles exigem que Wren deem o tiro final nele.


"Callum pegou minha mão ao se levantar, uma ponta de alívio em seu rosto. Ele acreditava em mim. Tentei sorrir como se eu também acreditasse.

Em meio a tudo isso, uma coisa estranha esta acontecendo no setor onde moram os -60. Muitos estão agindo de forma estranha e depois de um ataque no refeitório, perguntas começam a surgir, entre elas é o que esta sendo feito durante a noite com os -60 e o que são as injeções que eles tem tomado.




É um livro carregado de tensão e eu gostei bastante do enredo dele. Com um final que pareceu meio corrido, eu espero poder ver a continuação me breve e que a autora consiga manter o ritmo da historia. 

Alguns pontos chaves também ficaram meio a deriva, mas eu estou esperando ansiosa pelas respostas.









Veja também a resenha no blog da Ligia http://chacombolacha.blogspot.com.br/2015/08/reboot.html

Comentários
1 Comentários

Um comentário:

  1. Oi Ligia!
    Eu adorei sua resenha! Principalmente pq vc entrou em mais detalhes sobre a história que ainda não tinha visto. Fico aliviada em saber q n tem triângulo amoroso e a protagonista e desprovida de emoções e aí se envolve com Callum... Gostei das possibilidades!
    Quero ler *-*
    Bjs
    http://acolecionadoradehistorias.blogspot.com

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